Ao editarmos este portal, "Fonte da Vila, Castelo de Vide - História e Património" aceitámos a responsabilidade de fixar, no passado e no presente, não só a força magnetizante da paisagem urbana e rural do Concelho, como o seu património material e imaterial, consubstanciando-se o primeiro nas suas edificações (civis, religiosas e militares) e instituições, o segundo nas obras e actividades das suas gentes, entre outras no Teatro, na Música, na Pintura, na Literatura, na Poesia, na Ciência, incluindo as tradições, os seus vestígios e reflexos actuais.

É concedida a Carta de Familiar do Santo Ofício a Agostinho de Azevedo, ourives de ouro, residente em Lisboa, na Rua Direita da Cotovia, casado com Antónia da Silva. Era natural de Castelo de Vide e filho de António Dias de Azevedo, natural de Cismarias, termo de Vila de Rei, e de Isabel Carrilho desta vila.
O Governador da Praça de Castelo de Vide, D. Vicente Perez, que viera para aqui com as suas tropas no dia 6 em que se aclamara o Príncipe Regente D. João, libertando a vila do jugo francês, recebe notícia do Governador de Portalegre de que as tropas francesas se aproximavam de Estremoz.
[+ info]O rei D. João VI faz Cavaleiro Fidalgo da Casa Real o nosso ilustre conterrâneo, o general António Tavares Maggessi, cuja folha de serviços à Pátria é muito notável. O seu carácter mereceu sempre aos seus inimigos políticos respeito e admiração.
Mousinho da Silveira, pelo seu decreto desta data, extingue completamente os dízimos que pagavam os proprietários, os lavradores e quaisquer outras pessoas, dos frutos da terra e das árvores, das pastagens, montados e cortes de madeira, dos animais e dos despojo de animais, e de todas as produções.
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